Notícias

A Comissão Justiça e Paz de Brasília (CJP) realizou, neste 07 de agosto, no Auditório Dom José Freire Falcão, mais uma edição das “Conversas de Justiça e Paz” do ciclo de 2017. O tema deste encontro foi “Os povos indígenas no contexto de violação de direitos humanos no Brasil”. A mesa, moderada pelo membro da CJP Mauro Noleto, foi composta pelos expositores convidados: Cleber Buzatto, Secretário-Executivo do Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e Eliseu Lopes Guarani-Kaiowá, membro do Conselho Aty Guasu - Grande Assembleia Guarani Kaiowá do Mato Grosso do Sul; além do Presidente da CJP, José Márcio de Moura, e do Padre Ernanne Pinheiro, representando a Arquidiocese.leia mais   clique aqui

Debate no Consep: conjuntura sócio-política atual do Brasil

O Conselho Episcopal Pastoral (Consep), reunido nesta terça-feira, 8 de julho, na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília, se ocupou do estudo e debate sobre a atual conjuntura sócio-política do Brasil. A equipe composta por membros da Comissão Brasileira para Justiça e Paz (CBJP), além da assessoria de política da Conferência e de convidados, apresentou aos bispos, em plenário, uma análise com duas perspectivas: nacional e internacional.

Professor Pedro Gontijo apresentou a análise aos bispos. Ele resumiu o quadro da exposição em quatro tópicos. O primeiro deles é o neoliberalismo e democracia: a representação política em questão. Ele admite que se vive, no Brasil, a perplexidade, anestesia, falta de esperança. Em ambiente internacional mostra que a crise de legitimidade afeta outros países como na França e na Inglaterra. Há um movimento de execução de um “projeto neoliberal submetendo a sociedade e a economia real à lógica lucrativa do mercado financeiro”. Neste movimento, os agentes do mercado são chamados a serem gerentes do estado.leia mais   clique aqui

Papa envia carta aos jovens brasileiros que participaram Projeto “Rota 300”

O Papa Francisco enviou, uma carta aos jovens brasileiros no encerramento do projeto Rota 300, que encerrou dia 29 julho com uma grande festa no Santuário Nacional de Aparecida (SP). A iniciativa celebrou os 300 anos do encontro da imagem de Aparecida, no Rio Paraíba do Sul (SP).

No texto, Francisco diz que Maria é um sinal de esperança e que conhece os desafios vividos pelos jovens. Além disso, o papa estimula a juventude a seguir com o espírito missionário.

“Caros amigos, em meio às incertezas e inseguranças de cada dia, em meio à precariedade que as situações de injustiça criam ao redor de vocês, tenham uma certeza: Maria é um sinal de esperança que lhes animará com um grande impulso missionário. Ela conhece os desafios em que vocês vivem. Com sua atenção e acompanhamento maternos, lhes fará perceber que não estão sozinhos”.leia mais   clique aqui

1º presidente da CNBB: um homem no coração de Deus

Em outubro de 1952, com a permissão da Santa Sé, foi criada a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), na época a terceira conferência episcopal do mundo. Participaram da fundação da entidade diversos bispos, entre eles, dom Helder Pessoa Câmara e o cardeal Carlos Carmelo de Vasconcelos Motta.

A reunião de instalação da CNBB foi realizada no palácio São Joaquim, no Rio de Janeiro, onde ocorreu também a eleição da comissão permanente encarregada de dirigir a entidade. Foram escolhidos dom Alfredo Vicente Scherer, dom Mário de Miranda Vilas Boas e dom Antônio Morais de Almeida Júnior, sendo dom Helder Pessoa Câmara designado secretário-geral e o cardeal Carlos Carmelo de Vasconcelos Mota, então arcebispo de São Paulo, eleito o primeiro presidente da entidade, função que exerceu por dois mandatos.leia mais   clique aqui

Com informações da Rede Brasil Atual, Rádio Vaticano e Conselho Indigenista Missionário.

 “E vocês, em suas tradições, em suas culturas – porque o que vocês trazem na história é cultura – vivem o progresso com um cuidado especial pela mãe terra. Neste momento, em que a humanidade está pecando gravemente ao não cuidar da terra, eu vos exorto para que sigam dando testemunho disso e não permitam que novas tecnologias, que são lícitas e são boas, mas não permitam aquelas que destroem a terra, destruam a ecologia, o equilíbrio ecológico e que terminam por destruir a sabedoria dos povos” leia mais   clique aqui