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Descaminhos da política: a encruzilhada da Câmara Legislativa do DF

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Brasília (DF), 27 de setembro de 2016.

Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará (João 8,32)

Aos Padres, aos Diáconos, às Religiosas e Religiosas, ao Laicato, Movimentos e Pastorais da Arquidiocese de Brasília, cristãos e povo de boa vontade,

A grave situação nacional não pode desviar nossa atenção do que está acontecendo na Câmara Legislativa do DF. Marcada pela eleição de deputados em 2014 que na sua maioria representam, com exceções, os setores mais abastados da Capital da República, deixando o serviço à dignidade dos pobres sem resposta de políticas públicas.leia mais   clique aqui

Saneamento Básico:

Pobreza, Saúde e Meio Ambiente

Antonio Rocha Magalhães

CGEE – Centro de Gestão e Estudos Estratégicos. Ex-membro da CJP de Brasilia.

A Campanha da Fraternidade Ecumênica, de 2016, elegeu como tema a questão do Saneamento Básico. A escolha foi muito feliz, porque há poucos temas mais importantes para a vida humana do que o saneamento. Tanto do ponto de vista do mundo inteiro, de acordo com dados das Nações Unidas e do Banco Mundial, como no caso do Brasil especificamente ou de cada local, a questão do saneamento se sobressai como algo que se liga estreitamente à questão da pobreza, da saúde e do bem-estar das populações. A ligação com a pobreza é muito direta: os piores indicadores de saneamento básico – acesso à água potável, esgotamento sanitário e disposição de lixo – se encontram nas regiões e países mais pobres no Planeta. No Brasil, os piores indicadores estão nas regiões Nordeste e Norte e, especialmente, nas periferias pobres das cidades e nas zonas rurais.leia mais   clique aqui

Campanha da Fraternidade 2016: Por que discutir sobre saneamento básico?

José Geraldo de Sousa Junior

Membro da Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de Brasília.

José Marcio de Moura Silva

Presidente da Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de Brasília.

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Tem início neste 10 de fevereiro, quarta-feira de cinzas, a 53ª Campanha da Fraternidade (CF), o mais destacado projeto de evangelização da CNBB. Não se incluem nessa seriação, as duas iniciativas regionais, promovidas pela Cáritas Brasileira, organismo da CNBB, desde a realização na Quaresma de 1962, em Natal (RN), da primeira atividade solidária que caracteriza a Campanha, ampliada nacionalmente ao impulso renovador do espírito do Concílio Vaticano II.leia mais   clique aqui

A Comissão Justiça e Paz de Brasília, no âmbito de suas atribuições, divulga nota sobre a intolerância religiosa e a violência contra os templos das religiões de matriz afro em Brasília:

COMISSÃO JUSTIÇA E PAZ DA ARQUIDIOCESE DE BRASÍLIA (CJP-DF)

Nota sobre a intolerância religiosa e sobre a violência contra templos das religiões de matriz africana na área metropolitana de Brasília

“Deus é amor” (1 João 4,8).

O ano de 2015 já tem uma marca: o grande número de ataques e manifestações de intolerância religiosa aos templos das religiões de matriz africana na área metropolitana de Brasília. São mais de uma dezena de casos que, além da violência, demonstram o desrespeito religioso e a ausência de políticas públicas por parte do Estado para garantir a liberdade religiosa em sua mais completa extensão.leia mais   clique aqui

A partir da parceria entre o Correio Braziliense e a Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de Brasília, Rodrigo Rollemberg (PSB) e Jofran Frejat (PR) responderam, durante cinco dias, a assuntos de interesse do brasiliense, como mobilidade urbana e outros. Na avaliação de dom Sergio da Rocha, arcebispo de Brasília, a Igreja Católica tem a missão de denunciar graves problemas sociais, como a corrupção. Ele lembra o papel da instituição para a aprovação da Lei da Ficha Limpa e o trabalho atual na reforma política. “A Igreja, pelo fato de não ter opção político-partidária, não se opõe à política nem a exclui; ao contrário, reconhece a importância e quer contribuir para a ética na política, oferecendo princípios éticos e critérios à luz do Evangelho”, aponta.
Dom Sergio diz lamentar que o papel da Igreja na sociedade nem sempre seja reconhecido. “Aceitamos o Estado laico, mas rejeitamos uma concepção laicista do Estado, que acaba não reconhecendo a contribuição da Igreja na sociedade, ou pior, que tende a excluir a religião da vida pública, confinando-a à esfera privada, como se a Igreja não fosse socialmente relevante.”leia mais   clique aqui