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Saneamento Básico:

Pobreza, Saúde e Meio Ambiente

Antonio Rocha Magalhães

CGEE – Centro de Gestão e Estudos Estratégicos. Ex-membro da CJP de Brasilia.

A Campanha da Fraternidade Ecumênica, de 2016, elegeu como tema a questão do Saneamento Básico. A escolha foi muito feliz, porque há poucos temas mais importantes para a vida humana do que o saneamento. Tanto do ponto de vista do mundo inteiro, de acordo com dados das Nações Unidas e do Banco Mundial, como no caso do Brasil especificamente ou de cada local, a questão do saneamento se sobressai como algo que se liga estreitamente à questão da pobreza, da saúde e do bem-estar das populações. A ligação com a pobreza é muito direta: os piores indicadores de saneamento básico – acesso à água potável, esgotamento sanitário e disposição de lixo – se encontram nas regiões e países mais pobres no Planeta. No Brasil, os piores indicadores estão nas regiões Nordeste e Norte e, especialmente, nas periferias pobres das cidades e nas zonas rurais.leia mais   clique aqui

Campanha da Fraternidade 2016: Por que discutir sobre saneamento básico?

José Geraldo de Sousa Junior

Membro da Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de Brasília.

José Marcio de Moura Silva

Presidente da Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de Brasília.

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Tem início neste 10 de fevereiro, quarta-feira de cinzas, a 53ª Campanha da Fraternidade (CF), o mais destacado projeto de evangelização da CNBB. Não se incluem nessa seriação, as duas iniciativas regionais, promovidas pela Cáritas Brasileira, organismo da CNBB, desde a realização na Quaresma de 1962, em Natal (RN), da primeira atividade solidária que caracteriza a Campanha, ampliada nacionalmente ao impulso renovador do espírito do Concílio Vaticano II.leia mais   clique aqui

A Comissão Justiça e Paz de Brasília, no âmbito de suas atribuições, divulga nota sobre a intolerância religiosa e a violência contra os templos das religiões de matriz afro em Brasília:

COMISSÃO JUSTIÇA E PAZ DA ARQUIDIOCESE DE BRASÍLIA (CJP-DF)

Nota sobre a intolerância religiosa e sobre a violência contra templos das religiões de matriz africana na área metropolitana de Brasília

“Deus é amor” (1 João 4,8).

O ano de 2015 já tem uma marca: o grande número de ataques e manifestações de intolerância religiosa aos templos das religiões de matriz africana na área metropolitana de Brasília. São mais de uma dezena de casos que, além da violência, demonstram o desrespeito religioso e a ausência de políticas públicas por parte do Estado para garantir a liberdade religiosa em sua mais completa extensão.leia mais   clique aqui

A partir da parceria entre o Correio Braziliense e a Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de Brasília, Rodrigo Rollemberg (PSB) e Jofran Frejat (PR) responderam, durante cinco dias, a assuntos de interesse do brasiliense, como mobilidade urbana e outros. Na avaliação de dom Sergio da Rocha, arcebispo de Brasília, a Igreja Católica tem a missão de denunciar graves problemas sociais, como a corrupção. Ele lembra o papel da instituição para a aprovação da Lei da Ficha Limpa e o trabalho atual na reforma política. “A Igreja, pelo fato de não ter opção político-partidária, não se opõe à política nem a exclui; ao contrário, reconhece a importância e quer contribuir para a ética na política, oferecendo princípios éticos e critérios à luz do Evangelho”, aponta.
Dom Sergio diz lamentar que o papel da Igreja na sociedade nem sempre seja reconhecido. “Aceitamos o Estado laico, mas rejeitamos uma concepção laicista do Estado, que acaba não reconhecendo a contribuição da Igreja na sociedade, ou pior, que tende a excluir a religião da vida pública, confinando-a à esfera privada, como se a Igreja não fosse socialmente relevante.”leia mais   clique aqui

CORREIO BRAZILIENSE E COMISSÃO JUSTIÇA E PAZ DA ARQUIDIOCESE DE BRASÍLIA

A democracia e a política necessitam de qualidade. O Correio Braziliense e a Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de Brasília, respeitando seus princípios e valores, estão oferecendo à população do Distrito Federal um serviço: apresentar o posicionamento dos dois candidatos ao GDF em 2º turno das eleições de 2014, Rodrigo Rollemberg e Jofran Frejat, sobre questões elaboradas a partir de temas relevantes e ordenadas de acordo com as respostas por eles encaminhadas. No momento eleitoral que vivemos, a informação se realiza como direito da cidadania e expressão da política como dimensão pública da caridade.leia mais   clique aqui